A presença sênior

Um sócio sênior de operações dentro da sua estrutura.

Não é projeto, não é hora técnica. É capacidade sênior contínua operando dentro da sua estrutura, com responsabilidade pela entrega.

O modelo

Capacidade que se instala, não relatório que se entrega.

Um sócio sênior da Decisus passa a operar dentro da estrutura do cliente. O formato combina presencial e remoto, com rotina definida em conjunto e cadência semanal. Não é uma consultoria que diagnostica e vai embora: é uma presença que senta na operação e responde por ela.

A senioridade é real. Quem aparece é quem executa — sem equipe júnior por trás, sem repasse de trabalho. O sócio que conduz a conversa é o mesmo que modela a estrutura de cotas, escreve a rotina de conciliação e fecha o relatório do mês.

A responsabilidade é pela entrega, não pela recomendação. O critério de pronto não é um slide aprovado: é o modelo rodando, o processo implantado, o relatório publicado. O que entra na operação fica funcionando depois que saímos da sala.

Montar essa senioridade internamente exige tempo de contratação, um custo total que vai além do salário e o risco de errar a contratação num time pequeno — onde um erro pesa mais. A presença sênior contínua entrega a mesma capacidade sem esse passivo, no estágio em que a casa ainda está calibrando a estrutura.

Onde a presença atua

Quatro frentes que sustentam uma operação de crédito.

São o repertório da presença sênior — não um menu de itens contratáveis em separado. O que a operação precisa em cada mês define onde o esforço se concentra.

01

Dados e automação de carteira

Um pipeline que reconcilia administrador, custodiante e gestora, sustentando uma base única de operações com histórico — e rotinas automatizadas de carga e validação que tiram o fechamento do improviso.

  • Pipeline de conciliação
  • Base única com histórico
  • Rotinas de carga e validação
02

Risco e estruturação

Modelo de alavancagem e estrutura de cotas, lógica de subordinação entre as cotas sênior, mezanino e subordinada, stress test de inadimplência e pré-pagamento, e metodologia de provisionamento aderente à carteira.

  • Alavancagem e estrutura de cotas
  • Modelo de subordinação
  • Stress de inadimplência e pré-pagamento
  • Metodologia de provisionamento (PDD)
03

Processos e compliance

Monitoramento de enquadramento e covenants, políticas de crédito e régua de cobrança documentadas, e DD de carteira para cessões e novas originações — com o processo escrito, não apenas combinado.

  • Enquadramento e covenants
  • Políticas e régua de cobrança
  • DD de carteira
04

Reporting e captação

Relatório mensal para cotistas, lâmina e material de captação, e respostas a DD de alocadores — o material que o mercado lê quando decide alocar na sua estrutura.

  • Relatório mensal de cotistas
  • Lâmina e material de captação
  • Respostas a DD de alocadores

Quando faz sentido

Quatro situações em que a presença muda o jogo.

01

A carteira cresceu e o Excel não acompanha. O fechamento virou mutirão e a conciliação consome dias antes de cada data.

02

Auditoria, administrador ou cotista apontou um gap — e o time não tem braço para endereçar sem largar a operação que já está rodando.

03

Um FIDC novo vai ser estruturado e a casa não tem quem desenhe a estrutura de cotas e a subordinação e monte a operação do zero.

04

Reconciliação e reporting consomem os dias mais caros do mês — os dos sócios — em trabalho que deveria estar sistematizado.

Próximo passo

Vamos olhar a sua operação com a profundidade que ela pede.